Como criar anúncios para promover seu conteúdo

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Marketing de Conteúdo é uma maneira de criar e compartilhar conteúdo para promover idéias, envolver o público-alvo e incentivá-lo a interagir com a marca. É uma abordagem integrada de marketing com o conteúdo de qualidade no centro.

A publicidade online tem o propósito de influenciar a compra de produtos ou a contratação de serviços por meio de anúncios feitos na internet. Ela é usada por empresas desde quando a internet foi liberada para o uso comercial.

Algumas pessoas usam abordagens comparativas entre essas duas áreas, levantando perguntas como: “Criar conteúdo ou investir em links patrocinados?”, “Investir dinheiro em Marketing de Conteúdo ou em publicidade paga?”.

Eu considero isso uma perda de tempo, pois nem sempre é possível fazer comparativos entre as duas coisas. E, se você estiver disposto a resolver o quebra-cabeças de uma forma inteligente, vai perceber que as duas áreas mais convergem do que divergem numa estratégia de marketing. Não se trata de um OU outro, mas sim de um E outro juntos.

É justamente sobre a complementação entre Marketing de Conteúdo e Publicidade Online que vamos tratar neste post. Nas próximas linhas vou te mostrar como criar anúncios com base em conteúdo pode te fazer gerar muito mais resultados para seu negócio.

Compreendendo o contexto

Marc Gobé, especialista em Branding e Marketing de Conteúdo, diz que “a publicidade não é o final da comunicação, mas o início da conversa”. Em outras palavras, publicidade é a porta de entrada. Reservo um capítulo inteiro do meu livro para falar sobre isso.

Por um bom tempo, um bom número de iniciativas digitais se valia única e exclusivamente de publicidade. Todo site monetizado contava com banners e outros formatos de anúncios para levar o usuário a algum tipo de conversão. Muitas plataformas se alimentaram (e ainda se alimentam) dessa forma. Mas com o tempo, o conteúdo começou a determinar como as coisas deveriam ser de verdade.

Com os consumidores cada vez mais informados e sabendo usar a internet para pesquisar antes de comprar, não se pode desejar que eles comprem sem algum tipo de relacionamento antes. Quando uma pessoa entra na internet e compra com um ou dois cliques é porque já estava consciente do que queria. A Jornada de Compra começou bem antes.

É muito provável que ela já tenha feito algum tipo de pesquisa antes de realmente decidir comprar. Algum conteúdo foi consumido em alguma etapa da decisão. Falando de forma geral, um banner é um formato de conteúdo, mas pouco significativo em relação a outros tipos que devem ser criados estrategicamente.

Um banner ou um call-to-action criados para conversão são importantes, mas servem como entrada para que o Marketing de Conteúdo faça seu papel. Na era do marketing de massa tradicional, a publicidade representava a ponta final da comunicação com o público. Mas com o avanço da internet, a conversa passou a começar com ela e se prolongar com o conteúdo. É o marketing 1 a 1, personalizado e automatizado digitalmente.

As pessoas não querem mais ter relação exclusivamente transacional com as empresas. Elas querem mais do que consumir. Querem adquirir experiências e compartilhar valores. Nesse contexto, as marcas precisam fazer link da publicidade com o conteúdo e com outras mídias, migrar as pessoas a partir da publicidade para outras plataformas, onde a conversa possa ser ampliada.

Então, o que você precisa entender antes de criar anúncios para promover seu conteúdo, é que o ambiente deve estar preparado para que a publicidade tenha sentido.

A distribuição de conteúdo através de canais pagos

Distribuir conteúdo é a forma mais eficaz de fazer com que as pessoas certas o consumam. A Forbes destaca que um profissional de conteúdo que entende de distribuição dinâmica tem uma grande demanda, pois precisa se tornar um líder e não apenas um seguidor.

É bom lembrar que líderes constroem redes e estão constantemente conectados com pessoas de influência que irão ajudar na distribuição. Dessa rede e que os resultados absurdos surgem. Um estudo recente descobriu que o aumento de visitantes únicos no período de um ano é 7,8 vezes mais alto para quem lidera o Marketing de Conteúdo do que para quem segue.

Em resumo: quem publica conteúdo antes colhe mais resultados!

Interessante, não é? Pois é, e isso é possível para você também. No entanto, você deve primeiramente criar um conteúdo de extrema qualidade e só depois fazer a publicidade funcionar com base nele.

Uma parte considerável do Marketing de Conteúdo é baseado nisso: criar algo relevante e distribuí-lo, a fim de atrair, engajar e nutrir um público leal que irá se relacionar com sua marca e comprar no futuro.

O que pode ser anunciado e quando anunciar

Os formatos de conteúdo que as empresas podem criar são muitos. Artigos, vídeos, e-books, podcasts, infográficos, enfim, isso varia de acordo com a estratégia, o objetivo da empresa, o nicho em que ela está inserida, o perfil de público, entre outros fatores.

Cada tipo desses pode ser anunciado em canais pagos. Quem vai determinar o que entrará ou não em campanha é o profissional responsável pela estratégia, com a devida percepção sobre as necessidades da empresa.

Se o objetivo é gerar tráfego, pode-se criar anúncios para uma série de artigos de topo de funil, com temas mais amplos e abrangentes. Se o objetivo é gerar leads, é possível criar anúncios que atraem o visitante para a landing page, onde o download de um e-book poderá ser realizado. Se a ideia é converter leads em clientes, a empresa pode criar anúncios que promovam um case de sucesso para quem já avançou na jornada de compra.

Percebe? As possibilidades são inúmeras e cabe a você ter noção do que anunciar, quando anunciar e para quem anunciar. Vale destacar que o quanto você separa de verba para a publicidade também é determinante.

Onde os anúncios podem ser feitos

Existem diversas empresas que disponibilizam o serviço de publicidade paga. Na hora de escolher entre qual usar para criar anúncios e promover seu conteúdo, é preciso avaliar qual canal será mais útil.

Não há outra maneira de saber isso a não ser através de testes. Sim, você precisa testar e perceber qual te traz mais resultados. Identificado isso, a ideia é investir cada vez mais na plataforma que se mostrou eficiente. E há muito mais possibilidades a serem exploradas do que se imagina.

Por exemplo, nem só de AdWords vivem os links patrocinados. O Bing Ads também vem se mostrando uma plataforma de anúncios eficiente e rentável. Por isso que, se você busca diversificar seus investimentos em mídia e buscar novos meios de atuação para promover seus conteúdos, é bom conhecer melhor as vantagens dessa plataforma.

Com base na minha experiência, no contexto de social media, também afirmo que o Facebook é o canal de publicidade com o maior potencial de crescimento. Em muitas frentes ele já ultrapassou outras redes sociais. Por isso eu aconselho que você paralelamente também aposte nesse canal.

Definindo os objetivos para suas campanhas

Não importa onde seu negócio está hoje, as metas o farão avançar.. Sem metas ou objetivos estabelecidos tudo fica à mercê da aleatoriedade. Qualquer vento pode levar embora aquilo que você tem de mais precioso.

A definição de Marketing de Conteúdo feita pelo Content Marketing Institute diz o seguinte:

Marketing de conteúdo é uma abordagem estratégica de marketing focada em criar e distribuir conteúdo valioso, relevante e consistente, para atrair e reter um público definido claramente — e, por fim, para guiar ações lucrativas de clientes.

Atrair, reter e garantir lucro não é possível sem o levantamento de objetivos claros. Por isso que você deve, antes de sair criando anúncios, estabelecer o que se pretende alcançar. Como eu citei acima, os objetivos podem ser diversos, mas vamos ver alguns mais comuns que podem te ajudar a reconhecer os seus:

Geração de visitas

Apesar de não ser tudo, a busca por visitantes compõe uma parte importante de uma estratégia de marketing digital. Sem as pessoas trafegando em sua página, logicamente não haverá como dar continuidade ao processo de engajamento e conversão.

Suas ações de publicidade paga podem ter como foco levar as pessoas para dentro do seu site. Isso pode ser muito poderoso para uma empresa que ainda não é conhecida, e que “não pode esperar muito” para o tráfego orgânico comece a acontecer.

Geração de leads

Uma das peças mais importantes do jogo! Se seu negócio não gera leads, você tem um problema que logo te deixará falido. Para evitar isso, use a publicidade online inteligentemente para promover conteúdo com esse objetivo.

Ofereça algo de valor em troca. Quando as pessoas baixam um material gratuito, se registram num programa para testá-lo, ganham acesso à sua comunidade, ou tomam ações parecidas, você estabelece uma conexão baseada em confiança.

Nutrição de leads

Muito bem, não basta gerar leads e não os nutrir. O que seria a nutrição? Simples: preparar os leads para comprar seu produto ou contratar seu serviço. Estudos, como esse feito pelo Gleanster Research revela que 75% dos leads adquiridos não estão prontos para se tornar clientes.

A nutrição de leads serve justamente para ajudá-los a ficar prontos para a compra. Se você perceber que há essa necessidade na fase atual de sua estratégia, trate de criar anúncios que te ajudem com isso.

Brand Awareness (Percepção de Marca)

Não há caminho tão eficiente hoje para criar percepção de marca quanto pelo marketing de conteúdo. Ele te ajuda de uma forma única a criar nas pessoas a consciência que sua marca existe, e que está pronta para atendê-las com base nos valores e cultura que você estabeleceu.

Criando conteúdo relevante que seja encontrado, e que realmente gera valor na vida das pessoas, você estará no caminho de criar a percepção de marca que sua empresa precisa. Nesse contexto, criar anúncios surge como ação para potencializar a estratégia.

Landing Page que converte (sem elas, é dinheiro jogado fora)

Agora que eu já tratei dos princípios de como criar anúncios para promover conteúdo, bem como dos canais e objetivos que você pode estabelecer, vou tratar do elemento indispensável para que a conversão aconteça: a landing page.

Há uma frase do Marc Gobé que eu sempre cito: “Conteúdo sem conversão, é apenas publicação grátis”. Essa ideia deveria servir como manifesto para toda estratégia de marketing de conteúdo. Não basta injetar uma boa grana em produção e publicidade se no fim não houver conversão.

Todo clique feito em publicidade paga tem um destino, e é esse destino que vai determinar se a coisa vai ou não se converter. Esse destino é a landing page.

Quer saber de uma dura verdade? A maioria dos profissionais torce o nariz quando ouve falar em landing page. Isso acontece porque ou eles não sabem criar páginas de alta performance, ou porque simplesmente não se dedicam a criá-las.

Essa é uma falha grave que você não pode cometer. Afinal de contas, as páginas de conversão são imprescindíveis para que os resultados aconteçam.

Ao criar suas páginas, pense em maneiras de engajar o público. Aliás, faço questão de destacar aqui as 5 lições sobre landing page que eu aprendi na prática:

#1 - Faça boas perguntas

#2 - Use depoimentos (prova social ainda funciona muito bem)

#3 - Use a emoção

#4 - Defina os problemas que sua solução resolve

#5 - Use resultados e cases de sucesso

Se sua landing page contém os elementos básicos como o título, subtítulo, alguns pontos e uma chamada para ação, pode não converter da mesma maneira que uma página que mostra como fazer uma determinada coisa e que contém prova social.

Pode ser bom para você também, assim como é para mim e para outros profissionais, usar suas postagens do blog como landing pages. No meio dos artigos você pode incluir call-to-actions, box de cadastro e outros elementos para que a conversão ocorra.

Esse tipo de ação pode tornar suas campanhas de publicidade baseadas em conteúdo muito mais efetivas. Experimente e comprove!

Mãos à obra!

Em vez de te dar um apanhado técnico sobre a promoção de conteúdo, decidi te mostrar a base para que tudo aconteça de uma forma certeira. Afinal, não basta dominar por entre os galhos e não conhecer as raízes.

Tenho certeza de que você está muito mais preparado para começar a criar anúncios que realmente façam sentido, e que levem seu negócio a um novo patamar. Agora cabe a você aplicar o que aprendeu aqui!

Para fechar, aconselho que continue acompanhando o blog do Bing.

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Como aproveitar a jornada de compra do consumidor para fazer suas campanhas

Para compreender a importância das campanhas pagas, é preciso dominar como funciona a jornada de compra do consumidor. Antigamente, antes da internet, as pessoas eram impactadas por mídia impressa, externa, televisiva ou radiofônica. A partir desse estímulo e da opção por adquirir tal produto ou serviço, o próximo passo seria ela se dirigir a uma loja física onde o bem de consumo estaria para então procurar por concorrentes e fazer a comparação.

Outra possibilidade seria a pessoa receber uma ligação ou um vendedor oferecendo determinado produto ou serviço. A pessoa que recebia esse tipo de contato provavelmente não estava pronta para a compra e as chances de conversão não eram muito animadoras.

No entanto, essa situação mudou drasticamente com a chegada da internet. Como o ponto de partida dos internautas normalmente são os buscadores, o usuário tem a possibilidade de pesquisar todos os aspectos sobre o que pretende adquirir. A jornada de compra é melhor percebida a partir deste momento, já que este consumidor poderá se encontrar em estágios distintos de sua busca.

Aprendizado e descoberta

O primeiro momento é quando o visitante da loja virtual ainda não detectou qual é exatamente o seu problema. Ele busca por informações das quais o ajudem a identificar a sua real necessidade.

Reconhecimento do problema

Nesta etapa, o visitante já conhece seu problema. Então, a pesquisa feita por essa pessoa tem um foco muito diferente de quem ainda está na fase de aprendizado e descoberta. Ele vai tentar saber mais sobre o problema e começar a identificar respostas para resolvê-lo.

Consideração da solução

Nesta fase, o visitante já tem conhecimento amplo sobre seu problema e já identificou maneiras de resolvê-lo. Este é um momento no qual ele avalia qual desses métodos é o melhor para sua necessidade.

Decisão de compra

Já decidido pela compra, o cliente busca informações sobre o produto ou serviço específico e quer saber dados sobre preço, formas de pagamento e onde vai comprar.

 

 

Estratégia correta para utilizar as palavras-chave

Uma campanha de anúncios pagos bem-feita deve não só levar essa jornada em consideração, mas ser planejada em função dela. Independentemente do produto ou serviço a ser anunciado, não é muito eficaz realizar uma campanha de fundo de funil para alguém que sequer sabe qual é seu problema. O lead deve ser abordado de acordo com o estágio da jornada em que ele se encontra.

Há campanhas de Bing Ads que apresentam boas métricas, porém com taxas de conversão bem abaixo do esperado ou zeradas. Isso não significa que a campanha não funciona bem, mas que, provavelmente, seu foco está em desalinho com a etapa do consumidor na jornada.

Lucas Burza, sócio-fundador e diretor de comunicação e conteúdo da Agência Linka, defende que em toda campanha é indispensável ter uma meta global e submetas focadas nas etapas da jornada. “No caso de campanhas no Bing, taguear com a UET (Rastreamento Universal de Eventos) todo o website terá um valor significativo pois abrirá a possibilidade de atribuir conversões para termos que não converteram como last click. Ter claro o modelo de atribuição já nos condiciona a pensar e ativar termos mais topo e meio de funil, afinal, esses auxiliam e até mesmo iniciam novas conversões”, explica Burza.

Na prática

Em uma situação hipotética na qual se venda um serviço de limpeza de caixa d'água, há uma série de palavras-chave que podem ser utilizadas para cada estágio da jornada do consumidor. É natural pensar que a palavra de cauda longa "limpeza-de-caixa-d'água" seja bem atrativa, já que provavelmente será utilizada pelo lead que já tem certeza sobre como resolver seu problema. No entanto, tal keyword será de pouco valor para quem está na primeira etapa da jornada. Para este caso, melhor seria utilizar semântica mais ampla, para inserir o usuário no funil. "Melhores-caixas-d'água-para-sua-casa", "doenças-transmitidas-pela-água", entre outras possibilidades mais genéricas seriam mais eficientes para atrair usuários ao campo de atuação específico da limpeza de caixa d'água.

Obviamente, é preciso investir na formulação de landing pages específicas para receber os visitantes que clicarem nas campanhas formuladas para o consumidor de cada etapa da jornada. Nelas, deve haver informações relevantes e, se possível, o oferecimento de materiais para aumentar a autoridade do vendedor.

Bing Ads na jornada do consumidor

É fundamental ficar claro que não basta ter à disposição uma ferramenta poderosa como o Bing Ads se não souber utilizá-la da maneira mais eficiente, investindo em campanhas específicas para o consumidor de cada etapa da jornada. Apenas assim os resultados desejados serão atingidos e o investimento trará o retorno esperado.

Este artigo foi escrito em parceria com Lucas Burza, sócio da Agência Linka, especializada em marketing e performance digital.

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Volta às Aulas com Bing Ads

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Reiniciadas entre o final de janeiro e o início de março, o período de volta ás aulas no Brasil movimenta todo o mercado de educação no Brasil, principalmente no que se refere a materiais escolares, papelaria, faculdades, escolas e instituições de ensino.

Momento de Impulsionar as vendas

Educação no Brasil

Segundo dados do Ministério da Educação divulgados no Censo Escolar 2015, incluindo escolas estaduais e municipais de áreas urbanas e rurais, estão matriculadas aproximadamente em creches 1.95milhões de crianças; na pré-escola, 3.65 milhões; no ensino fundamental, 22.75 milhões; no ensino médio, 6.85 milhões e 2.8milhões, na educação presencial de jovens e adultos. Um total de 37.9 milhões de alunos matriculados no Brasil até o ensino médio completo.

Em 2016, as famílias que pagam por escolas privadas sentiram no bolso um aumento de custos de 9,24% em relação ao ano anterior. De acordo com um estudo da INVENT, a Classe A gasta uma média de R$ 52 mil por ano em educação por filho; a Classe B, R$ 27 mil; e a Classe C, R$ 13 mil. A pesquisa aponta que 45% da renda da família de Classe C é revertido em despesas para educação, enquanto nas Classes A e B as porcentagens são de 34% e 39%, respectivamente. Provando-se um grande potencial para campanhas que visem atingir esse público.

 

 

Ensino Superior

No ensino superior, de acordo com dados do Inep/Censo da Educação Superior 2015, 2,4 milhões de pessoas ingressaram em instituições particulares de ensino superior e outras 534mil se tornaram estudantes da rede pública; um total de 2,9Milhões de novos ingressantes em cursos de graduação superior.

Ao total, foi superada marca histórica de 8 milhões de alunos matriculados, aproximadamente o tamanho do ensino médio no Brasil, um aumento de 73,6% nos últimos 10 anos e de 2,5% em relação a 2014.

 

Destes, aproximadamente 76% dos estudantes, ou seja, 6,1 milhões de pessoas encontravam-se na rede privada e os outros 14%, 1,9 milhões, em rede pública de ensino e ao todo, dividem-se em 55,6% mulheres e 44,4% de homens.

 

Entre as principais escolhas o bacharelado, ocupa 69% das matrículas, seguido de licenciatura, escolhido por 18,4% das pessoas e técnico, 12,6%. Entre as principais profissões escolhidas, Direito e Administração ganham destaque.

 

Ainda segundo o Instituto, 6.65 milhões de matrículas foram feitas para cursos presenciais e 1.4 milhões, para cursos de ensino à distância, dividindo-se no Brasil entre 2.364 instituições de ensino superior, (2.069 privadas e 295 públicas), entre as quais 195 Universidades, 149 Centros Universitários, 1980 Faculdades e 40 IFs e cefets.

Players cada vez maiores, mais poderosos e importantes estão presentes e atuantes para educação em todos os níveis da população. No período 2014-2015, segundo projeções da consultoria Hoper, as faculdades privadas registraram faturamento total de R$ 35,9 bilhões, mantendo a tendência dos anos anteriores de crescer aproximadamente cerca de R$ 4 bilhões por temporada. A mensalidade média paga no país é de R$ 645.

 

Comércio varejista

O material escolar é uma das necessidades anuais que mais impactam no orçamento familiar. Por ano, o gasto médio das famílias nesses produtos é de R$ 262,23 em material escolar (canetas, lápis, tesouras, estojos, entre outros), R$ 149,08 em cadernos, R$ 202,58 em mochilas e R$ 172,53 em outros.

Existem hoje no Brasil mais de 74 mil pontos de venda que comercializam produtos para papelarias, escolas e escritórios. A maior parte deles (54%) é de papelarias, enquanto o restante se divide em lojas de presentes e conveniência, atacadistas, armarinhos, bazares, livrarias, bancas de jornal e outros estabelecimentos.

Por regiões, 49% das papelarias se encontram no Sudeste, 19% no sul, 18% no Nordeste, 8% no Centro Oeste e 6% no Norte. O Estado de São Paulo acumula 28% do total.

Segundo dados da Fecomécio/MG, em 2016, 42,3% dos estabelecimentos do segmento tiveram desempenho de venda menor que no ano anterior. A pesquisa ainda revelou que, neste ano, 63% dos consumidores fizeram pesquisas de preços e que 58,2% dos estabelecimentos revelaram a preferência dos clientes por itens em liquidação. Um dos motivos foi o aumento dos valores dos produtos estimado em mais de 10% pela Associação Brasileira dos Fabricantes e Importadores de Artigos Escolares (Abfiae).

O Sindicato Nacional dos Editores de Livros (Snel) e a Consultora Nielsen revelaram que houve um aumento de 42% no faturamento do setor de vendas de livros didáticos online em 2016. O estudo mostrou que a volta às aulas foi responsável por crescimento de 30% nas vendas de livros usados e novos, nos meses de janeiro e fevereiro deste ano.

Iniciar a pesquisa de preços e realizar compras com antecedência pode ser uma solução para melhor organizar os gastos. Em 2015, segundo estudo da Ipsos, 46% dos consumidores pertencentes à classe C, 47% das classes AB e 7% das DE declararam ter comprado material escolar nos últimos três meses que antecedem a volta às aulas. Pesquisar realmente faz a diferença no orçamento.

Bing é o melhor lugar para suas buscas

O período de volta às aulas apresenta uma oportunidade realmente interessante para suas campanhas, oferecendo um amplo leque de possibilidades a todos os anunciantes.

Para facilitar e fazer a diferença na busca por melhores condições, preços e oportunidades, o Bing irá utilizar um recurso especial em sua navegação, para tornar todo o processo mais ágil e dinâmico. Na página de busca, através de um display de categorias , “O carrossel do Bing”, os usuários poderão encontrar, dividido pelas principais categorias, o resultados que melhor se encaixam naquilo que procuram, otimizando o processo de compra e a busca por ofertas e descontos.

 

 

Descubra as vantagens em ser cliente Bing Ads

 

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Bing Ads: mais resultados para seus negócios

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Este artigo foi escrito em parceria de Bing Ads com a agência Racoon - Marketing Digital

Diversas mídias estão ganhando cada vez mais espaço no marketing digital. O leque varia desde o retargeting e mídias sociais até mecanismos de busca, comparadores de preço e muitas outras.

Porém, as mídias que ainda dominam o mercado são aquelas em que o usuário busca o produto ou serviço e encontra o que procura imediatamente, seja através da pesquisa orgânica (SEO) ou paga (CPC).

Abordaremos neste artigo a pesquisa paga. Mas não pense que este será um artigo comum falando sobre a importância do Adwords para seu negócio: já que estamos falando de diversidade de mídias, vamos diversificar um pouco a falar sobre o Bing Ads, da Microsoft.

O Bing Ads é um serviço muito semelhante ao Google Adwords, porém direcionado às campanhas da rede de pesquisas do Bing Network – Bing, Yahoo Search e AOL -, além de ser desenvolvido e gerenciado pela Microsoft.

Assim como o Adwords, o Bing Ads também vem se mostrando uma plataforma de anúncios eficiente e rentável. Por isso, se você busca diversificar seus investimentos em mídia e buscar novos meios de atuação, escolhemos 5 tópicos mostrando o porquê você deve começar anunciar no BingAds imediatamente. Vamos lá?

1. Windows 10 impulsiona aumento no volume de buscas

Se comparado ao Google, o Bing tem uma audiência bastante inferior de buscas. Porém, o motor de buscas da Microsoft tem conquistado cada vez mais espaço. No mercado norte-americano, o Bing apresenta uma audiência de 31% de todas as buscas na web, enquanto no Brasil, esse número é de 6%, com ampla possibilidade de crescimento. Entre 2015 e 2016, por exemplo, o crescimento chegou a quase 60%. Esse número, é claro, está fortemente atrelado ao uso de dispositivos com Windows 10, que traz o Bing como ferramenta de buscas nativa do sistema operacional.

Esse fato por si só já é um diferencial excepcional para o Bing Ads: o sistema da Microsoft é o SO mais utilizado no Brasil e no mundo, o que garante que a fatia de mercado ocupada pelo Bing seguirá crescendo cada vez mais. Além disso, é hora de atingir o público que já adotou o motor de busca.

2. Baixa concorrência

Devido à sua aparente falta de competitividade frente ao Google, por exemplo, a maioria dos anunciantes acaba não dando a devida importância a esse canal. Isso abre uma grande oportunidade para quem quer sair na frente e conquistar um público que, até o momento, tem sido deixado de lado.

Além disso, a baixa concorrência entre anunciantes garante um espaço mais livre para tentar novas estratégias e também atuar de maneira mais eficiente.

3. CPC Médio mais barato

Com o número reduzido de players, os custos que cada anunciante terá no Bing acaba sendo impactado positivamente. Como a disputa nos leilões é menor, os lances de CPC Médio, consequentemente são mais baixos, variando entre 20 a 50% menores que no Google.

Isso significa que é possível trazer muito mais tráfego qualificado com apenas uma parcela do investimento do Google Adwords. Interessante, não?

4. Público com poder de compra maior

O usuário de Bing é caracterizado normalmente por uma faixa etária mais elevada, devido a facilidade de uso da ferramenta de pesquisa embutida no Windows 10 e que o leva diretamente ao mecanismo de busca da Microsoft.

Para esse perfil de usuário, o mecanismo de busca pouco importa pois prefere a facilidade do serviço nativo e pré-instalado que é oferecido pelo Windows – justamente por ser um perfil de usuário com faixa etária elevada e com menor facilidade em utilizar esses dispositivos (onde também há uma distribuição maior de renda).

Com isso, vale a pena otimizar as campanhas observando o comportamento de cada faixa etária e analisar onde vale a pena, por exemplo, multiplicar os lances. No Bing é possível usar multiplicador por faixas-etárias e gêneros, um recurso bastante importante.

5. Maior taxa de conversão

Ligada diretamente ao público, a taxa de conversão no Bing costuma ser maior. A lógica é bem simples: um público sem muita afinidade com o computador ou dispositivos eletrônicos geralmente não vai comparar preços em diversos sites ou motores de busca.

Normalmente, as chances de um usuário do Bing converter no primeiro click no anúncio de um produto é bem maior do que no Google. Nossos clientes no setor de passagens aéreas, por exemplo, têm uma taxa de conversão 100% maior no Bing em relação ao Google!

6. Mais oportunidades para o final de ano

Com a época mais quente para os e-commerce se aproximando, é necessário buscar oportunidades que possam ser rentáveis para seu negócio. Então, a nossa recomendação é que você tenha campanhas rodando em Bing. Com o objetivo de conectar o usuário às melhores ofertas durante esse período, foi criado um carrossel que permitirá realizar buscas nas categorias mais populares como Eletrônicos, Passagens Aéreas, Eletrodomésticos e outras, tornando a experiência de busca mais agradável e mais fácil na hora de encontrar o que procura.

Exemplo do carrossel implementado pelo Bing.

Digitando “natal” ou termos relacionados no buscador, você pode verificar essa novidade.

 

Tire o melhor do Bing Ads 

Nossa experiência na Raccoon utilizando o Bing Ads – temos cases de sucesso com a ferramenta -, mostra que esses são os principais pontos positivos da plataforma de anúncios da Microsoft.

Vale ressaltar que não basta importar as campanhas do Google e subi-las para o Bing sem nenhuma gestão. É preciso otimizá-las a todo o instante, observando as variáveis e os ajustes pertinentes ao público atingido por cada mídia.

Deixar o Bing de lado pode ser mais uma oportunidade perdida na hora de maximizar os lucros. Por mais que o volume de buscas ainda esteja longe das da concorrência, trabalhar com uma mídia onde a margem de lucro pode ser maior que em outras é um tanto quanto interessante. Na Raccoon contamos com uma área dedicada somente ao Bing Ads e os resultados para nossos clientes são excelentes.

Gostou do nosso artigo? Fique por dentro dos melhores conteúdos para ajudar seus negócios a crescer cada vez mais!

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